sexta-feira, 3 de junho de 2011

Há planejamento para implantação do Bilhete Único?

Sistema facilitará a vida do usuário, afirma Adilson Júnior

Autor do Projeto de Lei nº 163/2009, que institui o Bilhete Único no transporte coletivo de Santos, o vereador Adilson Júnior (PT) apresentou, na sessão de ontem (02), requerimento ao prefeito João Paulo Tavares Papa, para que, com urgência, informe ao Legislativo se há planejamento e previsão para implantação do sistema.
O PL nº 163 tramita no Legislativo desde 19 de outubro de 2009 e, após a derrubada em plenário do parecer contrário da Comissão de Justiça e Redação, recebeu pareceres favoráveis da Comissão de Finanças e Orçamento e da Comissão de Obras, Serviços Públicos e Transportes. No momento, aguarda parecer da Comissão de Política Urbana e Funções Sociais, com previsão de ir a plenário em breve.
Além de criar o Bilhete Único no transporte coletivo santista, o PL nº 163 autoriza o Executivo a firmar convênio com o Governo do Estado e os Municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista, a fim de implantar o Bilhete Único Metropolitano.
Conforme destaca Adilson Júnior, a criação do Bilhete Único facilitará a vida do usuário do transporte coletivo de Santos, especialmente da população da Zona Noroeste: “O Bilhete Único eliminará a necessidade de transbordo no terminal de passageiros do Valongo, tornando a integração automática em qualquer ponto de ônibus da cidade”.
Para o vereador, a medida proporcionará um melhor aproveitamento da área do terminal do Valongo, que poderá servir à tão sonhada ampliação da Rodoviária. “A atual (Rodoviária) está ultrapassada, especialmente diante da pretensão de Santos ser subsede da Copa do Mundo. Ela não comporta mais o movimento de pessoas, que aumenta de forma progressiva com a consolidação dos negócios gerados pela nova realidade econômica da região”.
No âmbito regional, a implantação do Bilhete Único Metropolitano vai facilitar os usuários na integração com outros modais, disse o vereador: “O Bilhete Único é uma realidade na Capital Paulista e em algumas regiões metropolitanas em vários Estados, pois gera conforto, economia e racionalidade ao transporte coletivo”.

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